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Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social - TANGARA

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O Tecnologia e Gestão em Agroecologia e Assentamentos da Reforma Agrária, carinhosamente batizado de Tangará, faz parte do programa de extensão, ensino e pesquisa Soltec (Núcleo de Solidariedade Técnica) e do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social ( NIDES/UFRJ), que é um Órgão Suplementar do Centro de Tecn

ologia da UFRJ, tendo como principal parceiro de articulação o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Com foco no apoio às ações dos territórios e agentes parceiros, o Tangará realiza um trabalho de assessória técnica unido as práticas da extensão universitária, dividido em três frentes: Produção, Comercialização e Energia, além de outras frentes que auxiliam a gestão dos seus recursos, a comunicação externa, divulgação científica e produção acadêmica.

O Tangará é composto atualmente por projetos fomentados por emenda parlamentar que possuem duração média de 1 ano e por três projetos fixos de extensão, que também são parte do Soltec, que são: o Tecnologias da Informação e Comunicação, Democracia e Movimentos Sociais - TICDEMOS, o  Tecnologia Social em Assentamentos da  Reforma Agrária - TECSARA e o Campo-Cidade: fortalecendo coletivos de trabalho da reforma agrária - CACI.

Os recursos das emendas são executados com o apoio da Fundação Universitária José Bonifácio - FUJB. As principais temáticas do Tangará são: tecnologia social, gestão participativa, assessoria técnica, a luta pela reforma agrária popular, agroecologia e construção de metodologias participativas dialógicas e populares para o trabalho com o campo junto a movimentos sociais.

 

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A HISTÓRIA

Os movimentos sociais do campo têm se dedicado, ao longo do tempo, à construção de variadas estratégias para melhorar a vida da população rural e religar, de maneira orgânica, campo e cidade. A aposta em caminhos como a cooperação no trabalho produtivo, a transição para a agroecologia, a criação de circuitos curtos que aproximam produtores e consumidores e a formação política e técnica de suas bases, representam muito bem o direcionamento escolhido.

Nesse último elemento, destacam-se as parcerias feitas com universidades em todos os cantos do país para desenvolver projetos e cursos de extensão, licenciaturas do campo, cursos de graduação em modalidade de alternância, e outras alternativas para qualificar as/os trabalhadoras/es rurais do país em suas tarefas de produção e de comercialização, mas também em sua alfabetização e aprofundamento técnico e político sobre a realidade da situação agrária brasileira.

No contexto dessas parcerias, em 2014, o Núcleo de Solidariedade Técnica (Soltec), foi procurado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) para desenvolver um trabalho de assessoria técnica à gestão da produção e da comercialização de uma cooperativa, chamada COOPATERRA, localizada no assentamento Terra Prometida, na Baixada Fluminense. Ali, deu-se início a uma estratégia de atuação participativa e dialógica entre movimento social e universidade que já perdura por 10 anos. Inicialmente, foram realizados dois cursos de extensão registrados na UFRJ, nos períodos de 2015-2016 e 2017-2018 e a criação de um projeto de extensão, envolvendo estudantes de graduação, técnicos e professores.

Também em 2014 surge o projeto Campo-Cidade: fortalecendo coletivos de trabalho da reforma agrária (CaCi), que desenvolve ações em diálogo com os agricultores familiares residentes em assentamentos da Reforma Agrária, organizados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST-RJ), tendo como objetivo assessorar a gestão e produção de coletivos de assentamentos do estado, além de elaborar ferramentas de apoio à gestão financeira e organizacional dos espaços de comercialização dos produtos da reforma agrária. Em sua atuação, o projeto conta com alunos de diferentes cursos de graduação, além de professores e estudantes de pós-graduação, cenário que proporciona a interdisciplinaridade e fortalece a interação dos estudantes com outras áreas do conhecimento.

Em 2017 surge o Tecnologia Social em Assentamentos da Reforma Agrária (TecSARA). A primeira experiência do projeto foi um Curso de Formação Crítica em Sistemas Técnicos de Energia no Assentamento Irmã Dorothy (Quatis/RJ). O curso surgiu como uma demanda do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST/RJ) devido às condições precárias de infraestrutura nos assentamentos e acampamentos do estado do Rio de Janeiro. No âmbito do curso, foram realizadas diversas discussões sobre o tema da energia e foi desenvolvido, junto aos assentados, um protótipo pedagógico de um sistema fotovoltaico.

No 2º semestre de 2018 até julho de 2019, houve a realização de um Curso de Formação Crítica em Sistemas de Saneamento Ecológico, vinculado à Unidade Pedagógica de Agroecologia do Acampamento Edson Nogueira (Macaé/RJ). O curso contou com a participação de diversos trabalhadores rurais, tanto do acampamento quanto do Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) Osvaldo de Oliveira, um assentamento que fica em Córrego do Ouro (Macaé/RJ). Através das discussões e práticas do curso, foi desenvolvido um sistema de tratamento de efluentes para a cozinha coletiva do acampamento.

Além disso, o projeto TecSARA se ergueu por uma forte parceria com o projeto CaCi, principalmente no âmbito da formação sobre os temas afins aos projetos, como extensão, pesquisa-ação, educação popular, reforma agrária, agroecologia, soberania alimentar, entre outros.  A criação de um espaço conjunto de formação permitiu também algumas visitas a espaços físicos da Reforma Agrária, como a Escola Nacional Florestan Fernandes, o Espaço Terra Crioula, acampamentos e assentamentos do estado do RJ. 

Um dos frutos dessa formação é a organização da Jornada Universitária em defesa da Reforma Agrária (JURA) no Centro de Tecnologia da UFRJ. O evento faz parte de uma articulação nacional de diversas universidades com o objetivo de trazer a pauta da reforma agrária popular para dentro do ambiente acadêmico, além de temas mais específicos, como, por exemplo, o papel da tecnologia no fortalecimento da agricultura familiar.

Já em 2019, essa parceria ganhou novos contornos e atores, a partir da implementação de projetos financiados por emendas parlamentares obtidas pela articulação do MST/RJ e pela extensão da parceria a um outro núcleo da UFRJ, o Laboratório Interdisciplinar de Tecnologia Social (LITS), da UFRJ/Macaé, e o Departamento de Engenharia de Produção da UNIRIO.

Desde então, já foram realizados e concluídos quatro projetos nesse formato, todos com o objetivo central de apoiar e fortalecer as atividades de produção e comercialização coletivas organizadas nos acampamentos e assentamentos de reforma agrária no estado do Rio de Janeiro.

No dia 10 de fevereiro de 2020, nasce o Tecnologia e Gestão em Assentamentos da Reforma Agrária, inicialmente conhecido como TGARF, um programa interdisciplinar que articula extensão, pesquisa e ensino no trabalho com movimentos sociais do campo, buscando fortalecer a agricultura familiar, a partir das perspectivas metodológicas da Tecnologia Social e da Pesquisa-Ação, reunindo os três projetos CaCi, TecSARA e o TICDEMOS (antigo TIFS), compartilhando o objetivo de construir tecnologias e ferramentas adequadas às demandas dos agricultores familiares assentados, de forma dialógica e participativa. O programa se formalizou por necessidades burocráticas, mas manteve o vínculo com o programa Soltec de onde se originam seus projetos permanentes.

Dessa maneira, a atuação dos três projetos que compõem o programa visa o fortalecimento dos coletivos de trabalho dos agricultores familiares no âmbito da gestão da produção e da comercialização, melhorando as condições de trabalho e renda, além da melhoria nas condições de habitação nos assentamentos de reforma agrária, em especial no campo da produção e gestão, das tecnologias da informação e da energia.

No final de 2022, com a parceria e métodos de trabalho coletivos consolidados e, diante de uma situação inédita, em que três emendas parlamentares seriam disponibilizadas para continuidade das ações, pensamos conjuntamente em três frentes de atuação, capazes de dar conta dos principais desafios daquele momento. 

A primeira frente teria um foco mais localizado nos assentamentos da Região Sul Fluminense, buscando dar mais corpo ao seu coletivo de comercialização, e estruturar um planejamento de produção e comercialização baseado em sistemas produtivos prioritários. A segunda frente seria de âmbito estadual, mais focada na comercialização, com o objetivo de criar uma equipe para qualificar as famílias assentadas para acessar as políticas públicas de mercados institucionais de compras de alimentos e dar maior robustez a uma política de comercialização estadual.

Por fim, a terceira frente atuaria mais diretamente nos espaços físicos de comercialização de alimentos, o Armazém do Campo, organizado pelo MST/RJ, e o Raízes do Brasil, conduzido pelo MPA/RJ, buscando fortalecer também a articulação entre as lutas e objetivos dos dois movimentos. Essa nova configuração demandou uma distribuição do corpo central da equipe do projeto entre as três frentes, além de ter inaugurado uma forma de trabalho com novos membros, que ainda está sendo formulada e adaptada.

Em 2023/2024 o Tecnologia e Gestão em Assentamentos da Reforma Agrária passa a ser conhecido como TGARA, ganhando uma logo e uma identidade visual que surgiu durante a construção do trabalho dialógico com o Coletivo Alaíde Reis formado por famílias dos assentamentos do MST na Região Sul Fluminense: Roseli Nunes e Terra da Paz, ambos no município de Piraí.

As referências para o desenvolvimento da identidade visual do programa foram as obras de Cândido Portinari, principalmente as que destacam os trabalhadores rurais, o movimento cubista, mais especificamente as obras com uso da técnica de colagem realizadas por Pablo Picasso e também o movimento artístico construtivista russo.

A paleta de cor do programa foi baseada nas cores do MST e também do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), outro movimento social com o qual o TGARA estava atuando na época. Para o símbolo do programa o pássaro Tangará, mais especificamente a fêmea da espécie, a inspiração veio da logo do Coletivo Alaíde Reis e da similaridade do nome TGARA com o nome Tangará.

Na logo do Coletivo Alaíde Reis,  criada por Gabriel Amorim, que participou do Setor de Produção do MST no Estado do Rio de Janeiro, se sobressai  a presença da ilustração do pássaro Tiê-Sangue, ave muito presente na região dos assentamentos da região, segundo os assentados do Coletivo. Inspirada nessa ideia a equipe de comunicação buscou conhecer mais sobre o pássaro Tangará.

Entendendo a luta pela reforma agrária como ponto central nas ações realizadas pelo TGARA, sua íntima relação com a terra e a produção agrícola, além da similaridade de seu nome com a do pássaro tangará, uma ave nativa da América do Sul, principalmente região Sul e Sudeste do Brasil, foi escolhido a ilustração do tangará fêmea para ser o símbolo gráfico do TGARA. 

Sabendo que pássaros são importante agentes na manutenção saudável da terra e do ecossistema, a escolha do tangará se justifica e o uso da imagem da fêmea se apoia na homenagem a importância da figura feminina na luta pela reforma agrária e também na luta pela educação pública de qualidade e pelo uso consciente e dialógico da tecnologia.

 

Ainda no período de 2023-2024, o ainda TGARA executou os seguinte projetos fomentados por emenda parlamentar: 

 

DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO PARA CONSOLIDAÇÃO ORGANIZACIONAL E PRODUTIVA DOS TERRITÓRIOS DE ASSENTAMENTOS DA REFORMA AGRÁRIA NA REGIÃO SUL FLUMINENSE 

 

O projeto teve como objetivo principal aprimorar a organização do trabalho produtivo e a estruturação dos territórios de assentamentos da reforma agrária localizados na região sul do estado do Rio de Janeiro, dando continuidade à construção de ferramentas de fortalecimento da agricultura familiar. Através de estratégias de apoio participativo aos coletivos de agricultores e agricultoras nesta região, espera-se, inicialmente, realizar um diagnóstico participativo da situação atual na região, visando identificar os entraves para a reestruturação das instâncias organizativas. 

 

Somado ao diagnóstico, esse projeto também contribuiu para a organização das estruturas de trabalho do Coletivo Alaíde Reis e para a estruturação da produção e das etapas de comercialização nos territórios, por meio de oficinas de formação para reestruturação do organograma de trabalho do Coletivo e escolha do sistema produtivo focal. Além da sistematização do processo para difusão entre os assentados e implementação no cotidiano; e Seminário de Encerramento. 

 

E teve como um de seus produtos o desenvolvimento e implantação do sistema de registro e controle da produção que consistiu na elaboração de requisitos e desenvolvimento do sistema, testes, implantação e homologação. >>> Saiba mais!



SOBERANIA ALIMENTAR E MOVIMENTOS SOCIAIS NO RIO DE JANEIRO: FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR E DOS CIRCUITOS CURTOS DE COMERCIALIZAÇÃO

 

O objetivo do projeto está em fortalecer a comercialização de produtos agroecológicos no estado do Rio de Janeiro, a partir de dois caminhos: o estudo das condições operacionais e logísticas enfrentadas atualmente pelos agricultores familiares e movimentos sociais campesinos e o apoio à consolidação de dois espaços de comercialização desses produtos na cidade.

 

O projeto realizou um diagnóstico e assessoria a dois espaços de comercialização de movimentos campesinos: Armazém do Campo (MST) e Raízes do Brasil (MPA). Somado ao diagnóstico e a assessoria, o projeto caminha no intuito de produzir subsídios para construção de uma política pública de apoio ao escoamento e comercialização desses produtos, visando contribuir para ampliação da soberania alimentar da população fluminense e o estabelecimento de um forte vínculo entre trabalhadores/as do campo e trabalhadores/as da cidade.

 

Como encaminhamentos buscou-se: (a) priorizar dos campos de assessoria considerando a realidade dos dois espaços, sendo no Armazém do Campo a estruturação e implementação da assinatura de cestas da Rede Terra Crioula e no Raízes do Brasil a sistematização de dados - produção, financeiro e consumidores); (b) definir de possíveis ações de integração podem fortalecer os dois espaços de comercialização (espaços de reflexão coletiva); (c) estabelecer o diálogo com o Estado (apoio na estruturação de política pública para o abastecimento alimentar e estudo acerca das centrais de abastecimento). >>> Saiba mais!

ESTRUTURAÇÃO DE UM ESCRITÓRIO DE COMERCIALIZAÇÃO E ASSESSORIA TÉCNICA PARA CONSOLIDAÇÃO ORGANIZACIONAL E PRODUTIVA DOS TERRITÓRIOS DE REFORMA AGRÁRIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

 

Este projeto é dividido em duas regiões:

 

Norte

 

Nesta região o projeto busca atender a demanda de contribuir para estruturação de duas ferramentas de fortalecimento da agricultura familiar - equipe de assessoria técnica e escritório de comercialização - que têm por objetivo apoiar dois processos fundamentais da dinâmica desse grupo - a produção e a comercialização. Sua atuação se dá na tentativa de realinhamento dessas dimensões, trabalhando as dificuldades e limites encontrados nesse percurso.

 

A região Norte abrange parte dos municípios de Campos dos Goytacazes, São Francisco de Itabapoana, Cardoso Moreira e São João da Barra, e conta com 11 assentamentos e 1 acampamento, onde estima-se que se encontram cerca de 970 famílias assentadas. Nessa região, a proposta é atuar com 3 assentamentos, Josué de Castro, Dandara dos Palmares e Zumbi dos Palmares (Núcleo V), onde estão assentadas cerca de 160 famílias, além do acampamento Cícero Guedes.

 

Lagos

 

Nesta região o projeto visa fortalecer as organizações e a produção agrícola dos territórios da Reforma Agrária na região Lagos do Rio de Janeiro, mais especificamente, atuando no Projeto de Desenvolvimento Sustentável Osvaldo de Oliveira em Macaé, com o objetivo de apoiar e fortalecer a produção local. Nesse sentido, busca-se oferecer assistência técnica para aprimorar a qualidade e eficiência das atividades agrícolas no assentamento. O projeto também foca na melhoria da gestão e da organização dos assentamentos, facilitando a comercialização dos produtos no mercado com a elaboração de editais e propostas voltadas à comercialização de alimentos para programas como o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) e o PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) e garantindo melhores condições econômicas para as famílias assentadas, contribuindo para a autonomia e consolidação desses territórios. >>> Saiba mais!

 

Em 2025, o Tecnologia e Gestão em Assentamento da Reforma Agrária ganha uma atualização, firmando em seu nome completo o compromisso com a agroecologia, tornando-se: Tecnologia e Gestão em Agroecologia e Assentamentos da Reforma Agrária. Abandonando a rigidez da siglas, o programa ganha carinhosamente o apelido de  Tangará, reforçando a imagem do  pássaro que representa a importância do desenvolvimento de tecnologias e gestão alinhadas harmonicamente a natureza e a luta pelo direito à terra, exaltando o papel do feminino nessa luta na figura da Tangará fêmea (que é toda verde, diferente do tangará macho que é colorido).

As cores vermelho e verde permaneceram como centrais na identidade visual durante o trabalho de rebranding, onde o círculo vermelho no qual pousava a tangará, e que já representava o trabalho contínuo tornou-se mais robusto e aberto simbolizando a circularização do trabalho, porém apresentando uma abertura que não aprisiona a passarinha e traz o nome Tangará integrado ao desenho, sendo alvo do olhar curioso da passarinha, simbolizando o desejo pelo conhecimento e pelo avanço do trabalho proposto. Foi incorporando também um ramo de acerola a arte da logo, fruto apreciado pelos pássaros tangarás e que na arte simboliza a agroecologia e a soberania alimentar.

Com uma nova logo e mantendo a cores centrais, foi construída uma nova paleta de cores e selecionado novos ícones e formas, acompanhado referências artísticas já trabalhadas como as técnicas de colagem, o estêncil do muralismo e a construção de quadros a partir de Portinari, integrando também tendências estéticas atuais das redes sociais.

Ainda em 2025, o Tangará manteve a linha de atuação em três frentes, mas agora divididas entre Produção, Comercialização e Energia, mantendo esse formato em 2026/2027, com foco na região Sul Fluminense e no Armazém do Campo do Rio de Janeiro. Para além da equipe de cada frente, o Tangará conta com uma equipe de Gestão responsável por: gerir os recursos financeiros e humanos do programa e uma equipe de Comunicação responsável por: divulgar os trabalhos realizados pelas três frentes principais, em diferentes canais como redes sociais, eventos, jornais e revistas,

 

Emendas Parlamentares

2019-2020: Emenda Dep. Wadih Damous (nº 38230025) 

capa

   

2021-2022: Emenda Dep. Talíria Petrone (nº 40700020)

FIGURA 3

   

 2021-2022: Emenda Dep. Marcelo Freixo (nº 41600012)

Foto 3

         

2023-2025: Emenda Dep. Talíria Petrone

 

2023-2025: Emenda Dep. Alessandro Molon

EmendaComercializacao

 

2023-2025: Emenda Dep. Marcelo Freixo
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